Queimando Nabokov, e a Eleição
É por isso que o Marginal Revolution, concorde-se ou não com os caras, é o melhor blog do mundo. Eu não teria nada a acrescentar a esse post sobre o que devemos fazer diante do desejo do Nabokov de que seus inéditos sejam queimados. Em resumo:
“Think of the current generation as a player in the multiple selves game of the author (he could have burnt it himself long ago) and then the right answer is obvious”
Certo, um lado do cara queria queimar, mas se ele estivesse plenamente decidido, teria queimado ele mesmo. Não podemos ignorar o desejo do lado que o impediu de queimar. Além do mais, se os textos forem ruins, não é agora que o defunto vai se incomodar com uma ou outra resenha ruim.
E já que estamos falando dos revolucionários marginalistas, vale a pena ler o artigo do Cowen sobre as eleições americanas desse ano. Só tenho um reparo: se a administração americana parar de piorar, se voltar ao business as usual, isso já será um progresso imenso, para eles e para nós.
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