Flogging Molly

14dez07

Bom, já que o mundo vai mesmo acabar por causa do fim da CPMF, interrompemos nossa programação para novamente tentar fazer algum de vocês gostar de Flogging Molly. Já postamos a mais legal deles aqui, agora vai “What’s Left of the Flag”:

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3 Responses to “Flogging Molly”

  1. 1 Rabo de Cobra

    Não conhecia a banda, são um The Pogues mais pauleras. Valeu pela dica.

    Não fica triste com o fim da cepemiefe, não. O A.Virgílio vai bolar outro imposto para a petralhada, a diferença é que a extorsão vai ser negociada. E tem coisa muito pior para vc se preocupar, por exemplo, o quadro do IPEA: “O presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Marcio Pochmann, defendeu a adoção de jornada semanal de trabalho de três dias com expediente de quatro horas. ,Disse ainda que o Brasil deveria preparar seus cidadãos para começar a trabalhar depois dos 25 anos de idade.”

    Aí, ele compara, “Pode ser estranho ouvir isso neste momento, ou talvez devessem ter sido mal compreendidos aqueles que, em 1850, justificavam o trabalho de oito horas por dia, começando a partir dos 15 anos, embora [naquela época] a indústria no mundo todo empregasse crianças de cinco, seis anos fazendo jornada de 16 horas diárias.”

    É, é igualzinho. Aliás, é exatamente o que o país precisa: mais regulamentação trabalhista absurda. E o cara se diz economista. Na verdade, ele dá aula disso.

    PS.: Isso é o melhor que o Núcleo de Assuntos Estratégicos (ou seja, o sr. Mangabeira) pode fazer?

    Eu adoro as idiossincrasias desse país.

  2. 2 Rabo de Cobra

    Na prática, todas as argumentações feitas neste blogue sobre impostos, distribuição de renda, etc, estão sendo discutidas pelo Mankiw (peguei no FYI):

    • The right sees large deadweight losses associated with taxation and, therefore, is worried about the growth of government as a share in the economy. The left sees smaller elasticities of supply and demand and, therefore, is less worried about the distortionary effect of taxes.
    • The right sees externalities as an occasional market failure that calls for government intervention, but sees this as relatively rare exception to the general rule that markets lead to efficient allocations. The left sees externalities as more pervasive.
    • The right sees competition as a pervasive feature of the economy and market power as typically limited both in magnitude and duration. The left sees large corporations with substantial degrees of monopoly power that need to be checked by active antitrust policy.
    • The right sees people as largely rational, doing the best the can given the constraints they face. The left sees people making systematic errors and believe that it is the government role’s to protect people from their own mistakes.
    • The right sees government as a terribly inefficient mechanism for allocating resources, subject to special-interest politics at best and rampant corruption at worst. The left sees government as the main institution that can counterbalance the effects of the all-too-powerful marketplace.
    • There is one last issue that divides the right and the left—perhaps the most important one. That concerns the issue of income distribution. Is the market-based distribution of income fair or unfair, and if unfair, what should the government do about it? That is such a big topic that I will devote the entire next lecture to it.

    Acho que já sei quais serão as conclusões dele, mas esperando para ver.

  3. 3 Mariana

    Esse grupo me lembra os Levellers (Sold out é uma das minhas favoritas). Só que prefiro os Levellers…


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