Obama

19dez07

Independente do que seja sua torcida na eleição americana, é impossível para um sujeito que goste de política (que REALMENTE goste) não ficar impressionado com o Barak Obama enquanto líder carismático. Ele tem aquela dosagem certa entre as capacidades de inflamar e de fazer você acreditar que está tudo sob controle, e é o melhor orador político a aparecer em muito tempo.  Não sei se seria um bom presidente, mas para quem gosta dessas coisas é emocionante ver. Os dois discursos abaixo foram feitos, pela ordem, na convenção Democrata de 2004 (que lançou para presidente a besta do Kerry, completamente ofuscado pelo Obama no início e pelo Clinton no final). A segunda é na comemoração do aniversário dos protestos do Alabama que levaram ao fim da segregação racial nos EUA. Quem sabe, sabe.

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3 Responses to “Obama”

  1. 1 Hillary

    Empty words, great attitude.

  2. 2 Felipe Basto

    Fala, mestre NPTO. dando um rolê pela blogsfera, achei isso no Pedro Dória:
    http://pedrodoria.com.br/2007/12/19/entre-hillary-obama-e-edwardsja-os-republicanos-decididos/

  3. 3 Rabo de Cobra

    Pois é, o cara definitivamente tem presença. É o meu candidato, se podemos dizer isso, democrata preferido. De longe. O republicano, é o Ron Paul, claro. Nenhum dos dois ganha.

    Enfim…

    Trazendo para cá aquele papo sobre desigualdade (que não considero o verdadeiro problema), Gini, do suposto papel do Estado, etc (vc viu os comentários do Mankiw que coloquei na outra caixa de comentários?). Vale ler:

    Tim Harford, o Economist Clandestino, falando de desigualdade social de país para país e época para época:

    Those efforts have been led by Branko Milanovic of the World Bank. But now – with fellow economists Peter Lindert and Jeffrey Williamson – he has produced a more surprising result. He has found that income distribution within a modern society is much the same as income distribution in imperial Rome, or England and Wales at the time of the glorious revolution. It’s not that there is no variation at all, but that modern societies are as different from each other as from ancient societies.

    For example, imperial Rome’s income distribution looks like that of the modern US; China in 1880, like Sweden today, was rather equal; England in 1688 was more unequal than imperial Rome, but modern Brazil is worse still.

    This is unexpected, not least because modern societies have the potential to be far more unequal than anything the Romans could have dreamed of. That’s because the richer a society is, the more unequal it could be without its working class starving to death. Prehistoric societies were, by necessity, fairly equal: there wasn’t enough societal wealth to make anybody very rich.

    Modern Tanzania seems more equal than modern America, but Milanovic and his colleagues point out that it is as unequal as it could possibly be without mass starvation. The Democratic Republic of Congo is about as unequal as the US, but that is far more than the country can stand – hence the enormous loss of life through war, malnutrition and disease.

    The US, as the richest society in history, is therefore potentially the most unequal in history. The US population could be kept alive for the cost of about $100bn a year.

    (do http://ciscocosta.com/filisteu/)


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