Dawkins, “Deus: um Delírio”: considerações inciais

21dez07

Mesmo se você não concorda (como eu não concordo, vejam acima) que a demonstração da improbabilidade da existência divina oferecida pelo Dawkins se sustenta, é fácil argumentar que o livro é bem-vindo: não apenas pelas suas qualidades (que comentaremos adiante), mas, principalmente pelo momento histórico em que aparece: diante do crescimento do islamofacismo e de vários tipos de fundamentalismo religioso nos EUA, é bom que alguém se levante e pergunte, “Mas, porra, porque vocês acham que têm o direito de encher o saco dos outros?”.

O estilo oscila muito entre a crítica rigorosa, o humor (muito bom), e umas divagações amadorísticas com uma boa dose de non sequitur. Há várias pequenas imprecisões, mas como acredito que, conforme dizia o velho Gramsci (eu acho que foi ele), não se ganha uma batalha de idéias atacando pelo lado mais fraco, vamos ao que interessa.

Anúncios


No Responses Yet to “Dawkins, “Deus: um Delírio”: considerações inciais”

  1. Deixe um comentário

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: