Quércia e Serra

24abr08

Isso vai ser bonito.



10 Responses to “Quércia e Serra”

  1. 1 fabio

    O que eu não entendo, Naprática, é ter aliança com PSDB e PPS do Rio e demonizar PMDB de São Paulo.
    Da minha parte, preferia que o PT tivesse conseguido a aliança. Mas não é possível deixar de admirar a capacidade do Serra – todo mundo pensando que ele estava morto, e ele monta a maior coligação da capital, mesmo sem o apoio do seu partido! Quem sabe, sabe.
    Mas vou deixar disso e ir lá para a gramática.

    Abração

  2. 2 fabio

    Desisti, Naprática.
    Até a gramática foi ideologizada.
    Pelo amor de Deus – são ministros, políticos, burocratas, enfim, comunistas, que querem impor algo blá-blá-blá… Enfim, desinformação passando por erudição.
    Vou poupar meu instinto de fiscal para o Gabeira.

    Até mais

  3. 3 André

    O pior, mas o pior mesmo, é que o apoio do Quércia estava sendo disputado a pau aqui em Sampa.

    Ê, laiá…

    Abraços,

  4. Pô, Fábio, o PPS e o PSDB do Rio, assim como quase todo mundo, inclusive, suspeito, facções do Hezbollah, do Hamas, do PCO, do Exército de Libertação da Cornuália e da Frente Popular da Judéia, SÃO melhores que o PMDB quercista. Lembre-se: Eme-Erre-Oito.

    Aliás, agora que eu me toquei: aguardem as capas da Hora do Povo apoiando o Kassab. Isso vai ser um espetáculo.

  5. 5 fabio

    O DIA: Marcelo Alencar desviou R$ 8 milhões
    Alencar: corrupção passiva e peculato

    O ex-governador do Rio de Janeiro Marcello Alencar, seu filho e ex-secretário estadual de Fazenda, Marco Aurélio Alencar, e grandes nomes do mercado publicitário nacional foram denunciados, sexta-feira, por corrupção passiva pelo Ministério Público (MP) e peculato (crime cometido por funcionário público). Ao todo, 17 pessoas são acusadas de envolvimento com esquema que teria desviado mais de R$ 8 milhões dos cofres públicos do Rio de Janeiro, através de contratos de propaganda. Entre elas, os publicitários Duda Mendonça e Roberto Medina.
    O publicitário e marqueteiro político Duda Mendonça, denunciado pelo Ministério Público (MP) na semana passada por corrupção passiva junto com o ex-governador Marcello Alencar recebeu R$ 7,2 milhões dos cofres do governo fluminense entre julho de 1997 e o fim de 1998 para participar de apenas duas reuniões como consultor. Segundo relatório em poder do MP, a agência A2CM, de Mendonça, foi contratada para “padronizar” a linguagem de sete empresas de publicidade contratadas pelo governo de Alencar e que estão sob investigação.
    O dinheiro desviado seria utilizado para custear despesas de publicidade da campanha de Marcello à reeleição, em 1998. Encaminhado para a 23ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, o caso será analisado pela juíza Luciana Losada Aleixo Lustosa, que pode aceitar ou não a denúncia do MP.

    Isso, Naprática, é assalto aos cofres públicos.
    O mentor desse assalto é o mentor da candidatura Gabeira.
    O Quércia, Naprática, não responde por nada parecido com isso.
    Nem o Zé Dirceu.

  6. 6 fabio

    Entrevista com Leandro Sampaio, PPS-RJ, presidente da frente parlamentar contra o aborto, e José Genoíno, mensaleiro ateu:

    Quando se dá o início da vida?
    Leandro Sampaio – A concepção é o início da vida. Os que defendem o aborto vão esticando esse prazo até um dia acharem que o início da vida se dá quando a criança
    começa a chorar, na hora do parto.
    José Genoino – A questão é polêmica nos termos da filosofia, da religião e da ética. A referência internacional fixa o início da vida em 12 semanas (de gestação). Defendo o livre direito de a mulher interromper a gravidez neste período. A partir do momento em que ela decide interromper, a gestante tem direito a toda assistência do Estado.

    Aborto é uma questão de saúde pública?
    Sampaio – Questão de saúde pública é o câncer de mama, a vacina do HPV, a empregada doméstica que apanha quando está, de madrugada, no ponto de ônibus, porque finalmente conseguiu uma consulta no hospital e tem que chegar na hora.
    Genoino – É também saúde pública, porque envolve mortalidade materna, internação das mulheres com problemas decorrentes do aborto, gravidez de adolescentes. É uma questão de saúde pública e de direito das mulheres.

    Qual seria a legislação ideal para o aborto?
    Sampaio – Defendo que a lei não permita o aborto no caso de estupro. A mulher vive dois pesadelos, o da violência sexual e o do aborto. Por mais duro que possa parecer, permitir que a criança nasça pode aliviar a dor pela situação da violência. A lei poderia
    manter (a autorização do aborto) no caso de risco realmente comprovado para a vida da mãe.
    Genoino – Prefiro o formato que não entra na questão religiosa ou ética. Apenas diz que a mulher é que deve opinar sobre interromper ou não a gravidez.

    Enquanto a questão não se resolve, o que fazer com as clínicas clandestinas de aborto?
    Sampaio – Acho que o governo deveria assumir a bandeira de fechar as clínicas clandestinas. Este é um problema do governo.
    Genoino – Não tem solução. É uma situação de farisaísmo e hipocrisia. Existe uma gaiola de ouro e uma gaiola de papel. Para a mulher que não tem dinheiro, não tem clínica. Mas também a mulher que vai à clínica se sente culpada, sofre, porque sabe que pode ser criminalizada.

    PS – Aborto em Campo Grande: dez mil mulheres a serem interrogadas?

    Na última quinta-feira (3/04), o juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri do Mato Grosso do Sul, Aloísio Pereira dos Santos, atendeu ao pedido do promotor de Justiça do estado, Paulo César dos Passos e decidiu interrogar quase 10 dez mil mulheres pela prática de abortos criminosos realizados na Clínica de Planejamento Familiar, situada no Centro de Campo Grande.
    Matéria de João Naves de Oliveira, na seção Vida& do Estado de São Paulo de 4/04, informa que segundo Passos:

    “São pessoas arroladas em procedimentos abortivos considerados crimes, ocorridos entre 1º de agosto de 1999 e 2001, que devem ser qualificadas e interrogadas. Logicamente, se forem consideradas culpadas, serão indiciadas. A pressa é para evitar a prescrição do delito, que ocorre em oito anos.”

    Em abril de 2007 foi instaurado inquérito contra a médica Neide Mota Machado, proprietária da Clínica, onde “foram realizados milhares de abortos criminosos, durante 20 anos, conforme denúncia do Ministério Público Estadual e investigações da Polícia Civil”, diz a matéria. Desde maio do ano passado 26 pessoas já teriam sido julgadas e, na atual etapa, são mais 9.800 acusadas. O caso está sob a responsabilidade da delegada do 2º Distrito Policial, Regina Márcia Rodrigues Mota, que disse ao jornal:

    “Existem casos de mães que levaram filhas para abortar e também namorados e amantes de algumas mulheres que fizeram abortos na clínica. Estamos estudando a organização de uma força-tarefa para concluir os inquéritos e remetê-los à Justiça o mais breve possível”.
    […]

    Mulheres pobres em desvantagem

    Ultimamente têm sido freqüentes denúncias por aborto provocado, feitas no âmbito hospitalar. Exemplos ocorridos no Rio de Janeiro trazem detalhes perversos, como algemar as acusadas ao leito na enfernaria, tratá-las com extrema hostilidade e dificultar seu acesso à defesa. De modo geral, o que se percebe é que as mulheres que dispõem de recursos ou de bons contatos conseguem escapar do cerco, o que não acontece com as mulheres que não dispõem de recursos e tendem a sair mais prejudicadas, em particular na constituição de provas de sua inocência. Conversamos sobre isto com Miriam Ventura, que lembrou:
    “As mulheres pobres detidas por aborto muitas vezes só conseguem um defensor para acompanhar seu caso depois de três semanas presas. Esta é uma característica perversa das iniquidades sociais e, sobretudo, da seletividade do processo criminal, que alcança mais fortemente ou mesmo somente as pessoas que não possuem recursos para contratação de uma assistência jurídica qualificada e específica”.

  7. 7 fabio

    Marina Maggessi, PPS-RJ:

    Gravação revela que Marina Maggessi sugeriu que inspetor ligado a Álvaro Lins matasse delegado

    Publicada em 12/04/2007 às 23h37m
    O Globo

    RIO – De acordo com reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal ‘O Globo’ , Marina Maggessi, deputada federal e inspetora licenciada da Polícia Civil, sugeriu numa conversa telefônica interceptada pela Polícia Federal, em 31 de outubro do ano passado, quando já estava eleita, que um inspetor do grupo dos “inhos” desse “um monte de tiros nos cornos” do delegado Alexandre Neto. Lotado na Divisão Anti-Seqüestro (DAS), Neto é citado no diálogo da policial com Hélio Machado da Conceição, o Helinho, como o responsável pela elaboração de um dossiê sobre as atividades ilegais do grupo e do ex-chefe de Polícia Civil e deputado estadual Álvaro Lins. O documento foi uma das bases da investigação da PF, que resultou na Operação Gladiador.
    Ainda de acordo com a reportagem, na conversa, Helinho diz à deputada eleita pelo PPS-RJ que está preocupado com a “fofocada” em torno da investigação da PF sobre o grupo dos “inhos”. A preocupação de Helinho com o dossiê e as investigações da PF se justifica no início de dezembro, quando o inspetor é preso na Operação Gladiador, acusado de ligação com o contraventor Rogério Andrade, contrabando e formação de quadrilha. Na conversa gravada, Marina xinga Alexandre Neto, insinua seu envolvimento em irregularidades e pergunta se Helinho não deu um soco no rosto do delegado: “Que FDP! Todo envolvido em sacanagem. Todo envolvido… Você não deu um soco nos cornos dele, não?”
    Procurada pelo jornal ‘O Globo’, a deputada federal defendeu-se, afirmando que Helinho é um de seus melhores amigos e que não é de “deixar ninguém na pista”. Marina disse que nunca matou ninguém e que “ter vontade de matar alguém não é crime”. Sobre as acusações feitas contra Lins, Marina alegou que sempre o respeitou como chefe de Polícia Civil, sem se envolver na relação dele com os chamados “inhos”.
    ———————————————————–
    Sem comentários.

  8. Fábio, o Quércia de que estamos falando é o Orestes, você deve estar confundindo com algum outro cara. O Orestes, como você certamente sabe, pegou a grana que tinha no Banespa, virou para a população de SP e gritou “Perdeu!”.

    Se você quiser mais informações sobre isso, procure o que o Zé Dirceu dizia sobre o Quércia na época.

  9. Bom, o cara ser contra o aborto não coloca ele remotamente perto do Quércia, pelo amor de deus, dá té vergonha ter que dizer isso. Eu sou a favor da liberação do aborto até um certo número de semanas, mas isso é uma questão difícil, e a oposição ao aborto é algo totalmente respeitável. A propósito, tem um deputado do PT que é muito ativo contra a legalização, esqueci o nome do cara, é um que é espírita. Ser a favor ou contra o aborto não tem nada a ver com ser honesto ou ser de esquerda (a esquerda americana comprou essa e se fudeu).

    Quanto à Magessi, também não gosto dela, mas daí a colocar ela remotamente no mesmo time do Quércia, vai distância. É praticamente só ele e o Jader. E, se você quiser brincar de achar o aliado ruim do cara, repito: Eme-Erre-Oito.

  10. 10 fabio

    Naprática, contra o aborto até eu sou. DE fato, não tem nada a ver com direita e esquerda. Daí a dizer as barbaridades que esse Leandro diz é um passo enorme. Para citar o artigo da gramática, “”Instâncias superiores” querem impor regras de uma língua [vida] que inexiste aqui, sem base civilizacional própria. Não se legitima pelas relações entre as pessoas que a utilizam [vivem] realmente.”

    O Quércia mandou matar alguém?

    É pedir muito querer que eu defenda o Quércia. Mas fatos são fatos: em vista dos aliados tradicionais do Serra, só posso reconhecer que a aliança com o Quércia é uma evolução. E uma demonstração de habilidade.

    Abração


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