Bolsonaro é Emo

19maio08

                        

Faz tempo que eu queria postar sobre isso, e, aproveitando a oportunidade, gostaríamos de chamar atenção para esse fato até então ignorado pela grande imprensa:

Jair Bolsonaro é Emo. É só olhar a franja.

Aproveitando o ensejo, fiquemos com a “Ode a Bolsonaro” composta pelo mestre Bezerra da Silva:

 Bezerra da Silva – Bicho Feroz

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7 Responses to “Bolsonaro é Emo”

  1. 1 Goes

    Droga… assim você me coloca na difícil situação de ter que defender uma persona non grata. Mas o vídeo é claramente editado pra deixar o Tarso bem na fita, não dá pra ouvir uma única palavra do que o nosso Emo diz, e no final a locutora ainda diz que segundo Bolsonaro um índio “teria jogado um copo d’água nele” quando o próprio índio disse à imprensa que “jogou água porque não tinha uma flecha”. A ditadura que o Bolsonaro defende não pode ser nem de longe a pior que o país já teve – a não se que vc tenha sido da VPR ou algo assim.

    O fato é que no momento em o governo está tentando alienar parte do nosso território ele é um dos únicos se manifestam contra. Acho inoportuno ficar ridicularizando o cara.

  2. Goes, não precisa defender o Bolsonaro, não. Tem muita gente civilizada, de várias partes do espectro político, que defende a posição dos militares – acho que a sua opinião é muito parecida com a do Alon, por exemplo (veja o link aí do lado).

    O vídeo só tem o Tarso porque a alternativa era um vídeo no Youtube que só tem o Emo gritando sozinho. A turma dele postou várias versões da mesma coisa. Pra falar a verdade, tirar a fala do Bolsonaro provavelmente foi editar a favor dele.

    E, deixando claro: sou a favor de que Bolsonaro se foda de todas as formas possíveis. É fundamental que seu nome seja lançado no pus do ostracismo acumulado na hemorróida direita de Satã.A maior glória do exército brasileiro foi ter participado do combate ao facismo, e não há dúvida de que, na época, Bolsonaro teria lutado do outro lado.

    A turma do Bolsonaro não pegou só a turma da VPR – e veja, a molecada foi pro pau (fazendo merda) – depois que os caras já tinham derrubado um governo que era uma merda, mas era democraticamente eleito. Havia guerrilha antes de 64, mas não era nela que entrou essa molecada (que não tinha nem 15 anos em 64).Aliás, não há nenhuma evidência de que uma democracia não possa derrotar guerrilha urbana, como ficou claro na Europa Ocidental dos anos 70.

    (Antes que alguém ache que o Goes está defendendo a ditadura, já deixo claro que não passaria pela cabeça dele fazer isso).

  3. 3 Goes

    Obviamente que não. Estou apenas de saco cheio desse rosário de afirmativas irresponsáveis. Quando o Tarso língua-de-sogra diz que a ditadura de 64 foi a pior que esse país já teve será que ele está portanto aprovando o Estado Novo de Vargas? É cada merda que nego fala…

  4. 4 Japajato

    NPTO, basta amarrar o cara numa torre de igreja e ficar tocando o sino que o simbionte se manda. Ou então a gente terceiriza o Politizador…

    Com relação ao estado de Roraima, reserva indígena, “estrangeiros mapeando recursos com GPS” etc, isso tudo é cortina de fumaça para esconder o conflito entre o governo local DEM (dominado pelos fazendeiros “coronéis”) e o governo federal PT.

    Se houver a demarcação nos moldes atuais os fazendeiros e conseqüentemente os políticos de lá perdem poder. Se não houver então quem perde influência é o governo federal atual (e mesmo um fururo governo DEM iria querer esvaziar um núcleo de poder fora do eixo Rio-São Paulo).

    Pô, gente, quem vai invadir a Amazônia? A Guiana? O efetivo da Polícia Militar de São Paulo é suficienter para sozinho ocupar o país inteiro deles. A Venezuela? Chavez não vai dar essa desculpa pro Bush/Obama detonar a bunda dele. Os EUA? Ceeeeerto…

    A idéia de que os índios possam se separar do Brasil só por causa da demarcação é ridícula, faria mais sentido se não houvesse demarcação alguma (ou quase nenhuma) para que surgisse um fator “Palestina” e os caras começassem a falar em Êxodo Tupiniquim. Em nenhum momento é reconhecida a soberania da reserva, e o Minc já disse que o exército pode vir a fiscalizar a região, ou seja, maior presença, mais bases, etc.

    Ao que os milicos disseram “não é bem assim…”

  5. Grande Japajato! Esse aspecto de conflito político está mesmo sendo subestimado. Ainda não tenho opinião formada sobre isso, mas achei meio feio o exército não aceitar a proposta do Minc imediatamente, depois daquele barulho todo.

  6. 6 Felipe

    Grande galera! Os milicos não podem aceitar qualquer idéia de imediato, pq isso esvasia o discurso de “salvadores da pátria abnegados mas sem verba, nem salário decente”. Concordo com o Japa, o problema são os caras que só pensam em planta soja, seja onde for.

  7. 7 André

    Só vou discordar do Japajato em um único ponto: se a Guiana resolver invadir o Brasil, não precisa do efetivo da PM de São Paulo pra dar conta dos caras não. Só a torcida organizada do Íbis já dá conta. Se a coisa tiver um pouco feia, aí chama a torcida do XV de Piracicaba. Duvido que aquele pequeno país não vire mais um estado brasileiro depois que estas forças “armadas” entrarem em ação…

    Abraços,


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