Eleições 2008: BH

25ago08

Finalmente começou pra valer, com a subida do Márcio Lacerda, que deve ganhar (com o apoio deste blog; se acharmos um banner, colocaremos). Mas a Jô Moraes se qualifica para vôos mais altos no futuro.



10 Responses to “Eleições 2008: BH”

  1. 1 Mateus Morais Araújo

    Cara,

    aprovar o governo Aécio Neves, e a aliança dele com o Pimentel é um absurdo que só pode ser perdoado por que você não sabe o que está acontecendo aqui em Minas Gerais.

    O governador além de muitas irregularidades vem cerceando a liberdade de imprensa, justamente para parecer um bom político, enquanto, na verdade, ele é o pior que eu já tive notícia.

    Segue um texto que pode esclarecer algumas coisas, e, provavelmente, fazer com que você mude de candidato aqui em Belo Horizonte:

    CASO NOVOJORNAL
    > Um esqueleto no armário
    >
    > Por Marco Aurélio Carone em 19/8/2008
    > “Quando se busca o entendimento de determinados acontecimentos é
    regra
    > necessária retroagir no tempo para encontrar e entender os verdadeiros
    > motivos do ocorrido no presente.”
    > Após desligar o telefone celular que me informara que uma promotora –
    > acompanhada de uma dezena de policiais, dois fardados e o restante em
    traje
    > civil – acabava de entrar na redação do portal Novojornal para
    cumprir um
    > mandado de busca e apreensão, veio-me a mente meus 10 anos de idade, na
    > solidão de um colégio interno no interior de Minas Gerais, indagando ao
    > padre Henrique, um salesiano franzino e de fala baixa, sobre o que estava
    > acontecendo no mundo real, fora da fortaleza do Colégio Dom Bosco,
    instalado
    > no antigo quartel da cavalaria da guarda imperial portuguesa, onde serviu
    o
    > alferes Tiradentes, em Cachoeira do Campo, na época distrito de Ouro
    Preto.
    > Estávamos no período conturbado que antecedeu o golpe de 1964. Dentre
    outros
    > ensinamentos, aprendi com o padre Henrique o método reproduzido na
    epígrafe
    > deste texto.
    > As indagações feitas com meu inseparável e eterno amigo, depois
    compadre,
    > hoje falecido, Roberto Versiani Valadares, diziam respeito às notícias
    que
    > chegavam através do rádio e tinham a ver com meu pai, que ocupava na
    época o
    > cargo de prefeito de Belo Horizonte. Meses depois seria afastado e cassado
    > em seus direitos políticos.
    > O tempo passou, vieram às eleições estaduais de 1982 e Tancredo Neves
    > elegeu-se governador de Minas Gerais. Participei ativamente de sua
    campanha,
    > minha gráfica confeccionou gratuitamente todo material dos candidatos que
    o
    > apoiavam na região metropolitana de Belo Horizonte.
    > Depois de eleito, devido à estreita relação de minha família com a de
    > Tancredo, o governador mandou me chamar a seu apartamento situado na
    Praça
    > da Liberdade, em Belo Horizonte. Ele solicitou então que ajudasse seu
    neto,
    > Aécio, porque ele estava vindo morar em Minas.
    > Foi o que fiz. Briguei com todas as jovens lideranças do PMDB,
    > principalmente as da capital, e participei das articulações que
    > elegeram Aécio Neves dirigente do PMDB Jovem. Ali começava a vida
    política
    > do atual governador de Minas. Juntos, participamos da Campanha das Diretas
    e
    > a seguir da campanha de seu avô à Presidência da República. Com a
    morte de
    > Tancredo, afastamo-nos. Em 2002 nos reaproximamos novamente, ao
    disputarmos
    > a eleição para governador de Minas. Muitos inclusive afirmavam que minha
    > candidatura servira apenas para auxiliar Aécio, no combate ao candidato
    > Newton Cardoso.
    > Objetivo maior
    > Aécio foi eleito e implantou medidas de austeridade, mas ao término do
    > primeiro mandato já integravam seu governo figuras totalmente
    > descomprometidas com a moralidade pública. Seu comportamento ultrapassava
    em
    > muito o limite ético e até mesmo cerimonial exigido de um governador.
    Mas eu
    > tomava conhecimento desses fatos apenas por intermédio de políticos
    > adversários do governador, e por isso suspeitos em seus relatos.
    > Eu havia mudado para minha terra natal, Visconde do Rio Branco, interior
    de
    > Minas. Lá permaneci até julho de 2004, quando sofri um acidente
    > automobilístico que me obrigou voltar a Belo Horizonte e permanecer na
    cama,
    > em recuperação, por mais de um ano. Foi quando comprei um computador com
    > conexão à internet, e um mundo todo novo se abriu para quem não se
    adaptara
    > sequer às modernas máquinas de escrever elétricas.
    > Já tinha experiência da área jornalística, pois havia dirigido dois
    jornais
    > diários na capital, o Jornal de Minas e Diário de Minas. Na internet,
    > evidentemente estava atrás de notícias. E percebi então que existia uma
    > enorme fatia de mercado disponível para ser ocupado por um sítio de
    notícias
    > online.
    > Não deu outra: em 2006, ao sair da cama, aluguei uma loja, comprei quatro
    > computadores a prestação, providenciei a instalação de cabos, redes e
    outras
    > adaptações necessárias para funcionamento do Novojornal, agora retirado
    do
    > ar pelo Ministério Público de Minas e pela Polícia Militar [ver “O
    > empastelamento do Novo Jornal”].
    > De volta ao meio jornalístico no início de 2006, tomei conhecimento do
    que
    > estava acontecendo em Minas Gerais. Denúncias, acompanhadas de farta
    > documentação comprobatória das irregularidades, chegavam diariamente à
    nossa
    > redação. Diversas vezes fui questionado pela não publicação desse
    material.
    > Crente no espírito cristão da recuperação humana – e em função do
    respeito
    > que sempre tive em relação ao seu avô Tancredo –, entregava
    pessoalmente as
    > denúncias contra Aécio Neves à sua irmã Andréa, aconselhando que
    tomassem as
    > medidas necessárias. De nada adiantou. Diante disso, fiquei decepcionado
    e
    > com a consciência pesada – assim como grande parte dos companheiros de
    > Tancredo – por ter ajudado a introduzir na política do estado um
    político
    > que liquidaria qualquer princípio ético e moral da sociedade mineira
    para,
    > em seu nome, utilizar-se de um cargo público para chegar à Presidência
    da
    > República.
    > Decidi que dali em diante os assuntos relativos a irregularidades
    praticadas
    > pelo governo mineiro, assim como pelos demais poderes, seriam apuradas e,
    se
    > comprovadas, publicadas pelo Novojornal.
    > Artifício capcioso
    > Sem qualquer dependência comercial, com custos baixos e vivendo apenas do
    > arrecadado por meio de anúncios, o Novojornal foi um sucesso. E isto deve
    > ser creditado à independência e qualidade de nossos jornalistas, à
    > publicação de matérias investigativas e à ajuda e assessoria da velha
    guarda
    > do jornalismo mineiro.
    > Todas as matérias investigativas publicadas pelo Novojornal foram sempre
    > acompanhadas de documentos e provas que as fundamentavam. Nas poucas vezes
    > que fomos questionados judicialmente, argüimos a exceção da verdade e
    > provamos que o noticiado era verdadeiro. Este procedimento passou a
    > incomodar aos poderosos, que perderam a tradicional prática chantagista
    de
    > ameaçar “processar” o contendor.
    > A esta altura, não era mais segredo para ninguém que em Minas a censura
    à
    > imprensa transformara- se em regra oficial. A publicação de matérias no
    > Novojornal questionando o comportamento de autoridades como o governador,
    > procurador-geral, presidente da Assembléia Legislativa, deputados
    estaduais,
    > conselheiros do Tribunal de Contas, para ficar apenas no plano estadual,
    > destoava do noticiado pelos demais veículos – o que os obrigava a
    abordar,
    > mesmo que superficialmente, esses assuntos.
    > A denúncia de irregularidade em licitações de obras e compras do
    governo
    > estadual nas empresas Cemig, Copasa e Codemig, além de algumas
    prefeituras
    > municipais, inclusive a da capital, passaram a incomodar, além dos
    > governantes, empresários de diversos setores.
    > O comportamento do procurador-geral de Justiça, Jarbas Soares, de impedir
    o
    > andamento de investigações contra integrantes dos três poderes e de
    grandes
    > empresas foi amplamente noticiado e questionado pelo Novojornal. Quando o
    > Ministério Público lançou a campanha “O que você tem a ver com a
    corrupção”,
    > aproveitando- se do tema e do selo o Novojornal dirigiu a pergunta ao
    > procurador-geral. Este não aceitou a crítica e ofereceu uma denúncia
    que,
    > ainda na fase de inquérito, sem sequer ter-se transformado em um
    processo,
    > recebeu decisão favorável de um juiz para a retirada do Novojornal da
    > internet.
    > Ao contrário do argumentado pelo Ministério Público, o Novojornal
    > encontra-se rigorosamente dentro da lei, inclusive com diretor-responsá
    vel
    > registrado na DRT, detentor do MTE nº 000311/MG, respondendo o mesmo por
    > todas as matérias não-assinadas publicadas no Novojornal. Prática
    adotada
    > conforme disposto no art. 8º I e 28º II da lei 5.250/67 e art. 5º do
    > Decreto-Lei nº 927/69, alterado pela Lei nº 5.696/71 e nº 6.612/78 e

    > 6.727/79 e nº 7.360/85. Dessa forma, comprovado está que jamais existiu
    o
    > anonimato argüido pelo MP-MG. Inclusive o diretor-responsá vel e o
    endereço
    > de sua sede encontram-se registrados no Registro.br, cadastro oficial de
    > todos os sítios da internet no Brasil.
    > Como os artigos nº 20, 21 e 22 da Lei de Imprensa estão suspensos por
    > decisão do Supremo Tribunal Federal, para atender o interesse do
    > procurador-geral utilizaram-se do lamentável artifício de argüir o
    > anonimato. Evidente que ao Ministério Público caberia evitar que
    ocorresse a
    > quebra da liberdade de imprensa. Mas deu-se o contrário: por esse
    artifício,
    > o MP-MG vem descumprindo a Constituição Federal, que atribui à polícia
    civil
    > a competência de polícia judiciária.
    > Negócio nebuloso
    > Instalado no 3º andar da sede da Procuradoria Geral de Justiça, em Belo
    > Horizonte, há um serviço de informação administrado e operado por
    militares
    > da área de informação da Polícia Militar, oriundos da Casa Militar do
    > Palácio da Liberdade. Por meio de um sofisticado equipamento de
    espionagem,
    > que inclui escuta telefônica, o Executivo mineiro é municiado
    diariamente de
    > informações que seriam legalmente de domínio e conhecimento apenas do
    Poder
    > Judiciário, mediante autorização de um juiz.
    > O Novojornal estava com uma matéria pronta para ser publicada,
    comprovando o
    > monitoramento realizado por esse serviço clandestino de informação das
    > atividades de deputados estaduais, desembargadores, alguns juízes das
    varas
    > da Fazenda Pública e delegados, líderes sindicais, religiosos e
    partidários
    > mineiros. Este “SNI” do MP-MG vem monitorando até mesmo
    funcionários
    > públicos suspeitos de serem contrários ao governo. A justificativa para
    > existência desse serviço secreto é a de combater o crime organizado.
    > Já havíamos noticiado que o “SNI” do MP-MG há mais de um ano
    vinha nos
    > monitorando “informalmente” . Agora, comprovadamente o está
    fazendo de
    > maneira oficial desde junho deste ano, conforme demonstra o inquérito nº
    > 0024.08.141. 377-5.
    > Cabe uma indagação. Por que estavam monitorando quem acessava o
    Novojornal à
    > procura de notícias? Que crime esse ou essa internauta estaria cometendo?
    > Desde 2007, toda a rede de internet que serve a repartições do governo
    > mineiro impede o acesso ao endereço do Novojornal.
    > A busca e apreensão efetuadas na quinta-feira (14/8) por agentes da PM 2
    no
    > Novojornal tinham outras finalidades: estavam à procura da documentação
    que
    > nos permitiria comprovar duas matérias praticamente nascidas em nossa
    > redação: a lista de Furnas e a compra da Light pela Cemig.
    > No caso da lista de Furnas, os arquivos procurados demonstram que a lista
    > confeccionada por Dimas Toledo não é apenas legítima, mas foi baseada
    em
    > outra lista constante de uma correspondência encaminhada pelo secretário
    de
    > Governo Danilo de Castro, em papel timbrado do governo de Minas Gerais e
    em
    > nome do governador.
    > No caso Light-Cemig, as declarações de imposto de renda da empresa Lidil
    > Comercial Ltda. dos exercícios de 2006 e 2007, tornadas públicas nos
    autos
    > de Ação Popular, Processo nº 0024.08.008. 068-2 em tramitação no
    Tribunal de
    > Justiça de Minas Gerais. Empresa detentora de apenas 4% do capital da
    Light
    > S/A, as declarações comprovam que a Cemig, ao adquirir a Lidil por meio
    da
    > Rio Minas Energia (RME), assumiu uma dívida de R$ 482 milhões – e
    desta
    > forma pagou por 4% das ações da Light S/A quase o mesmo valor pago por
    75%
    > de ações da mesma empresa.
    > Instituição desvirtuada
    > Foi imposta ao Novojornal uma condenação antes mesmo da apuração da
    > denúncia, que se procedente transformar- se-ia em processo onde
    poderíamos
    > nos defender. O Ministério Público requereu e o juiz autorizou que
    > o Novojornal fique fora do ar “enquanto durarem as
    investigações” .
    > O método adotado não é novo. Em 1995, o atual procurador-geral Jarbas
    > Soares, na condição de promotor eleitoral, fez o mesmo com o jornal
    Diário
    > de Minas, também em período eleitoral, por causa de denúncias
    publicadas
    > sobre irregularidades praticadas pelo então candidato ao governo de
    Minas,
    > Eduardo Azeredo. O jornal ficou impedido de circular durante o período
    das
    > eleições. Depois do pleito, uma juíza hoje desembargadora desculpou-se,
    > liberando a circulação do jornal e confessando que estava enganada. O
    jornal
    > foi prejudicado na sua periodicidade, perdeu anunciantes e foi obrigado a
    > fechar as portas.
    > Outra vez, coincidentemente no período eleitoral e um dia após a
    publicação
    > de uma entrevista com o ex-deputado Rogério Correia, dissidente e
    opositor
    > da candidatura da aliança “informal” PT-PSDB à prefeitura de
    Belo Horizonte,
    > denunciando o comportamento do governador mineiro, principal articulador
    da
    > aliança, ocorre a “busca e apreensão” e a retirada do ar do
    Novojornal.
    > Empresários ligados à Federação das Indústrias do Estado de Minas
    Gerais
    > (Fiemg), inconformados com a entrevista, avisaram-me que estávamos
    > atrapalhando o projeto político do governador. Para os que apóiam o
    > candidato da coligação “informal” PT-PSDB, foi estratégico o
    bloqueio do
    > servidor de um sítio de internet que contém uma enorme quantidade de
    > matérias denunciando práticas criminosas do candidato apoiado pelo
    > governador, e que fatalmente seriam utilizadas no horário eleitoral
    > gratuito.
    > Se estávamos atrapalhando o projeto político do atual governador de
    Minas
    > Gerais não sabemos: cumpríamos apenas nosso dever de informar.
    > Todos mineiros com alguma responsabilidade assustam-se com o comportamento
    > dos integrantes dos poderes legislativo e judiciário, que fazem de conta
    não
    > estar vendo que somos governados por alguém que não governa, apenas
    atende
    > aos interesses dos grupos econômicos que comandam o estado.
    > Pior ainda: o Ministério Público, que em outras épocas chegou a
    destituir um
    > de seus membros por envolvimento com a máfia dos caça-níqueis, nada faz
    > diante do comportamento de seu atual procurador-geral, que primeiro
    > transformou a instituição numa repartição do Executivo, depois num
    enorme
    > incinerador de investigações e, agora, em serviço de informação e
    repressão
    > política, ideológica e partidária.
    > O procurador desvirtuou uma instituição criada para fiscalizar e
    defender o
    > cumprimento das regras do Estado Democrático de Direito, transformando- a
    em
    > embrião de um temido e tenebroso Estado de exceção. Promotores e
    > procuradores do Ministério Público mineiro com mínimo conhecimento de
    suas
    > funções deveriam comparecer ao 3º andar do prédio da sede da
    Procuradoria
    > Geral de Justiça, em Belo Horizonte, para conhecer o que ali se encontra
    > instalado.
    > Poderes transitórios
    > O Novojornal reconhece de público a existência em Minas Gerais de
    juízes,
    > desembargadores, promotores, procuradores e membros da Polícia Militar
    > Gerais que não concordam com o que está acontecendo. Ao contrário do
    que se
    > imagina, querem mudanças e precisam apenas do apoio da opinião pública
    para
    > promovê-las, mantendo a autonomia e a independência de cada
    instituição.
    > O Novojornal foi apenas o primeiro. Se providências não forem tomadas,
    > outros serão igualmente sacrificados. Nossas reportagens jamais tiveram o
    > objetivo de difamar ou prejudicar a carreira do governador ou de qualquer
    > político. Seus aliados podem cometer a arbitrariedade de retirar
    Novojornal
    > do ar, mas honrosamente não vamos negociar: recorreremos ao Poder
    Judiciário
    > na busca da correção dessa injustiça.
    > Ao contrário do que alegam, não existe qualquer anonimato. O
    responsável
    > pelo Novojornal de acordo com a lei sou eu: Marco Aurélio Flores Carone.
    O
    > procurador-geral de Justiça e o governador de Minas sabem onde me
    encontrar.
    > Humildemente lanço um desafio público a eles, para que me processem e
    provem
    > que o Novojornal em qualquer momento publicou uma notícia que não
    estivesse
    > fundamentada em documentação e provas.
    > Ao contrário do que imaginam o governador e o procurador-geral, o
    fechamento
    > do Novojornal, assim como seus transitórios poderes, não será capaz de
    > impedir a retirada de um esqueleto do armário da política nacional.
    Antes
    > que ele venha assombrar as futuras gerações.
    >
    > fonte: http://www.observat oriodaimprensa. com.br/artigos.
    > asp?msg=ok&cod=499CID001&#c
    >
    > Se este artigo tb te indignou entre no site e registre seu comentário.
    > Não se esqueça de repassar este artigo às pessoas esclarecidas que
    você
    > conhece.
    >
    > A voz de Minas se levantará!

    Atenciosamente, Mateus Araújo, de BH para o o Rio.

  2. 2 Mateus Morais Araújo

    Acho que o link ficou quebrado, então eu mando ele de novo, pra poder ser conferido:

    http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=499CID001

    abraço,

    Mateus Araújo

  3. Na prática,
    Estamos em lados opostos aqui em BH!Aliás, acho que só estamos juntos em São Paulo…
    Abraço

  4. 4 Ricardo Miranda

    Bom, Marcio Lacerda, envolvido no mensalão, sacou uma fortuna do Marcos valério…

    Jô Morais, mesmo sendo do PC do B emplaca como a candidata (não oficial) do PT…

    Mas estão esquecendo do pequeno notável Deputado Sergio Miranda (ele não é meu parente!), sempre impecável no discurso e nas ações, acho que como PTistas criticos como vocês se colocam, acho que deveriam pensar na solução mais coerente, pois Sérgio é o único a querer retomar o rumo inaugurado por Patrus na prefeitura.

    E minha gente, o Lacerda com o histórico do “mal PT” que ele já carrega, e ainda amigo do Aécio Neves, o censurador (e não torturador) maior da imprensa mineira, num governo mão pesada igual a este, com períodos onde nada contra o estado passava no judiciário..

    Eu estou com o Sérgio, e num segundo turno com a Jô, mas Lacerdão, não quero ele aqui na minha cidade não!!!

  5. 5 Mateus Araújo

    Eu fui censurado pelo Blog? E não recebi nenhuma resposta, satisfação ou comentário, nem pelo e-mail pessoal, que, em tese, deveria servir para ocasiões como essa?

    Continuo esperando ao menos uma explicação, depoi eu deixo você em paz.

    Abraço,
    Mateus

  6. Rapaz, bem bacana o debate dos mineiros, fiquei feliz porque faz tempo que quero acompanhar mais de perto o debate de lá (e a do Sul). A política carioca está uma zona, a paulista está congelada nos anos noventa, suspeito que as histórias interessantes estejam acontecendo em outras partes.

    Mateus, ninguém foi censurado, não, é que o WordPress normalmente pede confirmação para publicar comentários que contenham links ou que sejam feitos por quem nunca comentou (não sei desativar isso, se soubesse, desativaria). Por favor, não me deixem em paz, não!!!

    Pois é, entendo a posição de vocês contra o Lacerda. Já vi defesas dele publicadas a respeito de algumas das acusações levantadas. Mas prefiro arriscar e manter o apoio, pois um ponto em que sempre insisti aqui é que PT e PSDB devem se aproximar (e a direita deve organizar um partido decente), de uma forma ou de outra. É possível, perfeitamente possível, que o Aécio não seja lá o governante ideal, mas me parece pelo menos razoável, e gosto do Pimentel. Somando todos esses fatores, continuo mantendo minha opinião, sempre sabendo que é uma aposta, que pode dar dramaticamente errado.

    A propósito, Ricardo, não sei nada do Sérgio Miranda, nesse caso, sim, confesso minha ignorância. Agora, não teria problema de votar na Jô Moraes, não. Mas acho que, admnistrativamente, a diferença não seria tão grande, e penso na dimensão nacional do que pode vir a ser o pós-Lula: eu prefiro o PT se aproximando do PSDB do que continuando a fazer alianças com PP, PTB, etc.

    Valeu pelos toques, galera de Minas, apareçam sempre!

  7. 7 Mateus Morais Araújo

    Em 2006, o CAAP da Faculdade de Direito da UFMG, gestão Outras Palavas, da qual fiz parte, elaborou um Voz Acadêmica (publicação mensal dos alunos da faculdade) especial sobre o governo Aécio Neves.

    O estilo do jornal foi inspirado pelas cartas chilenas, e eu acredito que ficou bem incisivo, embora sem perder a sutileza.

    A gestão na época era supra-partidária, embora alguns membros tenham se filiado ao PT depois, mas uma unanimidade a época era o desagrado com o governador.

    SE você me enviar seu endereço de e-mail, eu posso te enviar uma cópia do Voz Especial em pdf, acho que pode te interessar.

    Abraço,
    Mateus Araújo

    Ps.: Eu não tenho nada contra o PSDB em geral, mas cabe ressaltar que o PSDB mineiro tem em seus quadros, entre outros, políticos como o Senador Eduardo Azeredo, autor do malsinado projeto de lei contra os crimes virtuais e pai intelectual do mensalão. Em Outras Palavras, acho que se a aliança entre PT e PSDB quiser começar promissora, que seja em outras terras.

  8. Esse negócio não tem nada de ideológico ou estrutural. Mais parece uma sinalização do Aécio para o PSDB: se o Serra teimar em perder de novo, o Aécio sai pelo PSB e com apoio do PT mineiro (e talvez até parte do PT nacional) que lança o Pimentel para o governo do Estado.

  9. 9 osvaldo aredes louzada filho

    pelo amor de deus. aécio comunado com pimentel é ridiculo. salve-nos. o pior é que leonardo quintão é filhjo deum prefeito (ipatinga ) que abandonou a cidade no seu mandato. creches, escolas, postos, limpeza urbana, licitações irresponsáveis e direcionadas, desvios de dinheiro federal para campanhas inclusive para seu filho deputado federal leonardo. campo e ginasio do nesca (área do Ideal Fc- excluido do processo: dinheiro abusivo ao time profissional do Ipatinga(fundado para desviar e lavar dinheiro; suspensaão e limpesa publica e perseguições a funcionáriso e lideres comunitários. o pior governo que ipatinga teve na sua história. e o filho faz pare de seu projeto político. pelo amor de deus petistas sérios bh tem que votar nulo. se não resolver pelo menos temos consciencia TRANQUILA. morra elonardo e todos os politicosa desta prole.

  10. 10 Política

    Gente eu estou totalemente de LUTO por BH, pois, Marcio Lacerda pra prefeito é com certeza uma morte para BH. Eu estou profundamente triste. A eleição pra prefeito foi a pior dos tempos, porque segundo turno com Marcio Lacerda e Leonardo Quintão é algo pra desesperar qualquer um, a dificuldade pra escolher um esta iminente a todos, porem muitos são leigos e não percebem tal dificuldade, votam apenas por afinidade, ou pelo ditado ‘diga com quem tu andas, que direi quem tu és’ o que nao deveria acontecer.

    Votar no Marcio porque ele esta junto com Aécio e Pimentel é no minimo, digamos, uma distração dos Belohorizontinos. Pois, o nosso Ilustrado, ops, Ilustre prefeito até então desconhecido pra todos torna-se do dia pra noite a pessoa mais conhecida de BH devido os seus padrinho ”magicos” e sua escandalosa propaganda pelas ruas de BH, Afonso Pena era a maior demonstração de tal disparate e sem falar nas sujeiras de santinhos pela rua, que eu considero como uma propaganda de marketing como muitos fazem nos locais de votação já que é proibido no dia tal propaganda, porem considero uma barbária deixar a cidade feia e suja, penso que falta ser incorporado na politica a responsabilidade de uma parte da verba empregada na campanha seja destinada a limpar a sujeira, aparente, feita pelos candidatos – santinhos espalhados pela rua e cartazes afixados aos muros.

    Porém, penso ser uma insensatez da minha parte esta aqui apenas criticando o Marcio, não não irei jamais defende-lo por que se tem alguem que não me agrada essa pessoa é ele. Não passou pela minha cabeça em nenhum momento dizer que votar no Leonardo Quintão seria o correto, porem na minha opinião seria o menos pior. É triste dizer isso, votei no menos pior, seria tão bom poder dizer – votei no melhor, pena que isso esta longe da realidade de BH.

    Quintão não é nenhum santo também, comu pude perceber no decorrer das campanhas, principalmente no segundo turno, no qual eu penso ele mostrou sua verdadeira cara. Mas ainda, talvez em minha inocencia ou sabedoria, penso que o Leonardo seria menos pior do que o Marcio – outra vez aparece o menos pior, fazer o que.

    Sem falar que a campanha de tais candidatos resumia-se em atacar o oponente, propostas no segundo turno foi quase inexistente. Algo que eu achei engraçado foi que, eu particularmente, só vi a Jô apoiando o Quintão os outros canditados onde estão?? Penso que ao apoiar algun dos dois canditados nesse segundo turno seria ‘sujar o filme’. Mas acho que a Jô ao apioa-lo está defendendo os ideiais mostrados no decorrer de sua campanha.

    Pens eu que a Jô seria a mais indicada para o cargo, apesar dela ter deixado um pouco de sua campanha de lado para ‘atacar’ (no momento não penso em melhor palavra) o candidato Marcio, porem percebi que ela persigui seu ideias e trabalho na quilo que achava ser o certo, que no caso era provar a ilegalidade das propagandas de Marcio, isso entre outras coisas me faz pensar, mais uma vez, que ela seria a mais indicada para o cargo.

    Esse texo saiu todo de uma vez e demonstra toda a minha indignação e raiva pela eleição de Marcio Larceda para prefeito de Belo Horizonte.

    (a) A Política


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